Quem são os greys


Greys Esta é a raça mais comum identificada pela Ufologia. São muitos os avistamentos, histórias e teorias referentes a eles, feitas de visionários da Nova Era a diferentes cientistas. Os Greys, como são apresentados pela comunidade científica, são muito comumente descritos por suas vítimas de abduções. São considerados demônios ou raça de energia negativa, com motivos e propósitos desconhecidos em relação à Terra. Eles parecem estar abduzindo, estudando e testando vários indivíduos. São freqüentemente relacionados com muitas outras raças, como os Reptilianos e com diferentes teorias de conspiração – uma mistura de visões científicas e Nova Era. Uma das teorias afirma que uma ou mais de suas espaçonaves se chocaram e foram capturadas pelo governo dos EUA. O governo americano então fez um acordo secreto permitindo que eles façam abduções de humanos em troca de tecnologia. A teoria da conspiração finaliza, afirmando que os Greys não mantiveram a sua parte no acordo. Estas são as descrições dos diversos tipos de Greys: (são todos humanóides, com cabeça, tronco, dois braços, duas pernas e dois pés) :

1: Os Greys mais freqüentemente vistos têm em torno de 0,60 cm a 1,20m de altura, muito magros, olhar delicado, de baixo peso, olhos negros extremamente penetrantes e inclinados sem pupilas, vestígios de boca e nariz, cabeça muito grande, com queixo pontiagudo. A cor da pele varia do cinza escuro ao cinza claro; do pálido ao branco e pode também ser bronzeado. Não há pelos em seu corpo.

2: Outros também comumente vistos são semelhantes aos descritos anteriormente, exceto nos seus 15,24 cm de altura, e parecem dar as ordens. Uma variação deste mesmo tipo descrito são os olhos negros arredondados como grandes botões negros.

3: Mais um tipo de Greys: são como pequenos robôs, atarracados e pequenos, com um liso e redondo capacete, com negros e profundos olhos, com o contorno da boca arredondado, tronco quadrado mostrando círculos concêntricos, cheiram como cabeça de fósforo queimada, e a pele tem a coloração cinza cogumelo. Este Greys agem como guardas de segurança. Outras variações são descritas como Reptilianos com garras parecidas com os insetos louva-a-deus. Há também relatos de crias de cruzamento que não tem de formas exatamente como humanos ou como Greys.


Uma descrição de greys“Eu observei as criaturas ao se aproximarem de mim. Eu desconhecia seus propósitos. Eu me debatia mas não conseguia mover meus braços e pernas. Eu justamente estava lá deitado como um bode para ser sacrificado no altar. E quando as criaturas se aproximaram eu me amedrontei. Eram criaturas pequenas quase do tamanho dos pigmeus africanos. Eles tinham grandes cabeças e braços e pernas muito finas. Eu observei, senhor, como um artista e pintor, que esses seres eram totalmente desconjuntados na visão de um artista. Seus membros eram muito longos para seus corpos e seus pescoços eram muito finos e suas cabeças quase do tamanho de melancias. Eles possuíam esquisitos olhos arregalados. Eles não tinham narizes como nós temos mas somente pequenos orifícios nos dois lados superiores entre os olhos. Suas bocas não possuíam lábios somente um fino risco como feito por uma navalha. E enquanto eu olhava as criaturas, senhor, eu fiquei assustado com alguma coisa perto de minha cabeça. E quando olhei para cima havia outra criatura ligeiramente maior que as outras que encontravam-se perto de minha cabeça me observando. Eu olhava seus hipnotizantes olhos que me enfeitiçavam. Então os observei pois a mesma queria que eu vidrasse seus olhos. Eu vi pelas suas membranas seus verdadeiros olhos por trás da parte escura da membrana de seu arregalado olho. Seus olhos eram arredondados com horizontais pupilas como as de um gato. E a coisa não balançava a cabeça. Mas respirava ao notar que suas narinas inalavam e exalavam.
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Mistério de Quixadá

QUIXADÁ: CAPITAL NORDESTINA DOS DISCOS VOADORES.

A cidade de Quixadá, conhecida por suas belas formações rochosas e pelo turismo, é tida entre os estudiosos da Ufologia como a capital nordestina dos discos voadores. Isto se deve ao fato dos vários depoimentos das aparições de objetos voadores não identificados e em alguns casos até de abdução, que na ufologia significa o rapto de pessoas por discos voadores e que, depois são devolvidas sem que lembrem o que aconteceu


Veja a Matéria que passou na Tv Record

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Ovnis em Quixadá

Quixadá (Sucursal) — Ufólogos locais apresentam novas evidências de ETs no município. Dessa vez, a presença do Objeto Voador Não Identificado (Ovni) foi registrada, segundo afirmam, em oito segundos de vídeo, filmados através de câmara fotográfica digital. As imagens foram obtidas casualmente. O provável Ovni estava sobrevoando a Pedra do Cruzeiro, no Centro da cidade, e uma pessoa que não quis se identificar, registrou sua passagem. O Diário do Nordeste conseguiu, com exclusividade, as imagens do vídeo.





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Ovnis na Serra da Cantareira


Este filme foi realizado em 29 de maio de 1986, dez dias após a "A Noite Oficial dos OVNIs", pela equipe de vídeo da Mikson, do prédio do Banco do Estado de São Paulo, início da avenida São João. Até agora, todas as análises realizadas comprovam que foi filmado um autêntico disco voador, de forma esférica, tendo de 6 a 8 metros de diâmetro. O objeto se encontrava aproximadamente a 10 km de distância, sobre a Serra da Cantareira, e foi inclusive detectado pelos radares de São Paulo.

O depoimento do astrônomo Roberto Boczko sobre o filme é de grande importância, pois descarta a possibilidade de engano com algum astro celeste. Disse ele que:

01 – "A maior semelhança seria com a Lua, mas como ela foi filmada em outra posição, do lado direito, então não pode ser".
02 – "Nenhum planeta tem um brilho com tamanha magnitude".
03 – "Estrela nessa posição não tem nenhuma com esse brilho".
04 – "A menos que fosse um tipo de refração anômala, uma espécie de miragem, que faz com que a imagem apareça em uma posição em que ela realmente não está".
05 – "Esse objeto não deve ser confundido com nenhum astro celeste, e a explicação então deve ser procurada em algum outro campo e não na astronomia".

Eng. Claudeir Covo é ufólogo e presidente do INFA
FONTE: Revista Planeta, "O Assunto é Ufologia", nº 14 (setembro de 1986)
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ET de Varginha



Varginha, MG, transformou-se na capital brasileira da ufologia desde que o relato da visão de uma criatura estranha por três garotas ultrapassou suas montanhas e correu mundo.
Elas garantem que atravessavam um terreno baldio às 15h30 do sábado 20 de janeiro de 1996 quando, a sete metros de distância, viram um ser marrom-escuro de pele viscosa. Estava agachado, com os braços compridos entre as pernas. Assustadas com a figura, que tinha olhos vermelhos e três protuberâncias na cabeça, as garotas saíram em disparada. O mais extraordinário contato de terceiro grau já relatado no Brasil ganhou projeção ao ser associado a outros testemunhos e até a mortes misteriosas
O Caso Varginha

Alguns dias antes de 20 de Janeiro de 1996. Uma movimentação de UFOs é detectada pelo sistema de rastreamento por satélites dos EUA. Descobre-se que o foco das movimentações é o Brasil, no Sul de Minas Gerais. As Forças Armadas Brasileiras são alertadas.
Dia 13 de Janeiro de 1996, uma semana antes dos principais acontecimentos em Varginha,o piloto de ultra-leve, Carlos de Souza, de São Paulo, vê um artefato alongado e sem asas a menos de 15 km do trevo que liga a Rodovia Fernão Dias à estrada que dá acesso a Varginha. Passa a seguir visualmente o objeto, que parecia em dificuldades, alternando altitude e rota, com uma abertura em sua parte anterior de onde saía uma névoa. Na direção de Belo Horizonte, após 10 km do trevo de Varginha, observa que o objeto desaparece atrás de morro, na Fazenda Maiolini. Tomando a estrada sem asfalto, vê vários destroços metálicos sendo recolhidos no pasto por Militares. No local havia dois caminhões, um helicóptero e uma ambulância do exército.
Um pedaço maior do objeto acidentado, do tamanho de um automóvel, é colocado na carroceria do caminhão. Milhares de pequenos pedaços e destroços espalham-se pelo pasto. Carlos de Souza é abordado por militares pedindo que se retire do local e “esqueça do que viu”. Voltando ele pára num posto de gasolina e é novamente abordado por dois homens, que aconselham-no a não comentar, com quem quer que seja, o que presenciou.Esse depoimento não foi confirmado por outros, ficando isolado, após as investigações dos ufólogos nas fazendas, sítios e casas daquela região.
20 de Janeiro de 1996, por volta de uma da madrugada. A Sra. Oralina Augusta de Freitas sai na janela da sede da fazenda de propriedade do Sr. Castilho, situada a 10 km de Varginha, à beira da rodovia que liga a cidade à Fernão Dias. O gado estoura, correndo em disparada. Ela observa um artefato alongado, que soltava uma névoa de uma parte que parecia “rasgada”, à frente da fuselagem.
Grita pelo marido, Eurico Rodrigues de Freitas, que dormia. Eurico também avista o objeto, que pairava sobre o pasto a no máximo cinco metros. Para percorrer um espaço de aproximadamente 500 metros, o objeto leva quase quarenta minutos. E desaparece após o morro, na direção da cidade.
20 de Janeiro de 1996, 8:30 hs. Seis homens do Corpo de Bombeiros de Varginha dão busca a um “bicho” avistado por alguns populares, primeiramente na base de uma construção, no Bairro Jardim Andere. Depois, a “criatura” é avistada movendo-se lentamente, na direção de um eucaliptal pertencente ao Sr. José Gomes, após a linha férrea, no grande pasto nos fundos do Jardim Andere.
Um homem, o operário de construção Henrique José, testemunhou todo o incidente do terraço de uma casa vizinha ao parque e mais tarde, contou aos investigadores que quatro bombeiros encurralaram a criatura com suas redes, aprisionaram-na em uma caixa de madeira e depois a entregaram aos militares.
Após cerca de duas horas de procura, Bombeiros localizam o “ser” e o apanham numa rede para captura de animais. Um caminhão de transporte de tropas da Escola de Sargentos das Armas, também está no local. A “criatura” é colocada numa caixa na caçamba, coberta por pano ou lona e emite uma espécie de zumbido.
O caminhão sai em disparada para Três Corações e entra na Escola de Sargentos das Armas.
20 de Janeiro de 1996, por volta de 13 hs. O Sr. “X”, que fazia caminhada pela região do final do Jardim Andere e pelos pastos das proximidades, avista seis homens com trajes militares em formação de busca, portando fuzis automáticos e outras armas, exatamente próximo do eucaliptal onde se dera a primeira captura.
Correndo em busca de um ponto melhor de observação, o Sr. “X” ouve três tiros de fuzil.Logo depois avista aqueles homens subindo pelos terrenos anteriores ao pasto, carregando dois sacos. Num deles algo se mexia.
20 de Janeiro de 1996, 15:30 horas. Liliane Fátima Silva (16 anos na época), sua irmã Valquíria Aparecida Silva (14) e Kátia Andrade Xavier (22), tentam caminho mais curto para o bairro Santana, vizinho ao Jardim Andere. Ao passarem ao lado de uma oficina mecânica, na Rua Benevenuto Braz Vieira, duas quadras acima do pasto e eucaliptal, param surpresas diante de uma “criatura” cuja pele brilha como se estivesse bezuntada com óleo. O “ser”, de olhos vermelhos e arredondados, saltando para fora das órbitas, sem pupila e íris, agachado ao lado do muro da oficina mecânica, volta lentamente a cabeça na direção das garotas. Elas não se recordam de características de boca e nariz daquele “ser”.
Com veias arroxeadas e saltadas à altura das espáduas, com longos e finos braços e pés enormes, traz na caixa craniana avantajada três protuberâncias, dando a impressão de chifres.As três garotas gritam e disparam em direção à sua residência, onde chegam em prantos e em pânico.
20 de Janeiro de 1996, 17:30 hs. Uma chuva torrencial com queda de granizo amedronta a população. Depois do temporal dois militares chegam ao terreno onde as três garotas tinham avistado o estranho ser. Algo com cabeça, tronco e membros, passa pela frente do automóvel e tenta esconder-se no pasto.
O policial Marco Eli Chereze, 23 anos, corre e agarra a criatura pelo braço, colocando-a no banco traseiro do carro e levando para o Hospital Regional. A movimentação da Polícia, Bombeiros e do Exército causa histeria no hospital, onde doentes são transferidos de alas e funcionários instruídos a se calarem.
21 de Janeiro de 1996, madrugada. O “ser” é transferidoo Hospital Humanitas, em ambulância, sem alarde. Do Humanitas o “material” é retirado na segunda-feira seguinte, dia 22, por volta de 17:30 horas.
A “criatura” está morta. O transporte começa com a colocação do “ser” numa caixa de madeira, coberta por lona plástica e colocada na caçamba de um caminhão de transporte de tropas, cuja traseira estava no portão dos fundos do hospital. Vários veículos militares e alguns civis fazem parte do comboio. Pessoas trajadas com roupas brancas e máscaras médicas, estão presentes.O ser exala um insuportável cheiro de amoníaco.
O comboio parte para a cidade de Três Corações e para dentro da Escola de Sargentos das Armas.
Dia 23 de Janeiro de 1996, às cinco da manhã. O mesmo comboio parte para Campinas-SP, conduzindo duas cargas. O cadáver retirado do Hospital Humanitas e uma caixa ventilada contendo algo vivo. Após parada na Escola Preparatória de Cadetes, em Campinas, outros veículos militares conduzem o “material” para as instalações da UNICAMP. Durante uma semana uma equipe de pesquisadores e cientistas cuida de análises, exames e testes nas “criaturas”. Dela faz parte o conhecido médico legista Prof. Fortunato Badan Palhares. Trabalhos são realizados no “material” inclusive em um laboratório com instalações modernas. Não se sabe o destino de tais “seres” após Campinas.
Em 7 de fevereiro de 1996, Marco Eli Chereze submete-se a uma cirurgia para retirar uma pústula da axila direita. Com fortes dores e início de paralisação, é internado e morre oito dias depois, de tromboembolia séptica pulmonar, conforme conclusão de necropsia. No sangue é detectada a presença de 8% de cultura desconhecida, uma vez
que o policial fora vítima de infecção generalizada.
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Vasculhando caso Varginha


Além das meninas de Varginhas (foto ao lado) surgiu uma testemunha tempos depois que foi muito importante para a confirmação dos detalhes do caso.

Dois dias após o primeiro aniversário do caso, Ubirajara foi procurado por um vendedor ambulante, o senhor João Bosco Manoel, que tinha algo muito importante a revelar. Segundo o vendedor, ao passar pelo Jardim Andere na manhã do dia 20 de janeiro de 1996, testemunhou algo impressionante, muito além da imaginação. Manoel contou que observou quatro bombeiros usando luvas, carregando uma estranha criatura enrolada numa rede.

Segundo ele, a parte que pôde observar melhor foi um dos pés, que era despropocionalmente "grande, enrugado, cor de barro". Ainda conforme a testemunha, todos estavam muito nervosos e gritavam entre si. Havia no local cerca de dez bombeiros, e vários deles estavam em cima de uma viatura da corporação. Havia um cheiro muito intenso de amônia no ar, que fez com que João chegasse quase a perder o equilíbrio devido àquele odor. No dia seguinte a testemunha ainda se sentia meio estranha, relacionando sua condição ao episódio.

Em virtude da importância de suas informações, Manoel foi levado por Ubirajara para prestar um depoimento que foi previamente gravado e em seguida posto no ar através da rádio Vanguarda FM - uma das principais do Sul de Minas. Participaram desta entrevista além da testemunha e de Ubirajara, os pesquisadores Vitório Pacaccini e Claudeir Covo. Após gravar seu depoimento, a testemunha retornou à sua residência, situada em Eloi Mendes, uma pequena cidade a cerca de 14 km de Varginha.

Para sua surpresa, pouco tempo depois de ter chegado em casa, surgiram dois homens em um carro branco, sem placa, que o vendedor não reconheceu o modelo - deveria tratar-se de um carro importado. Os dois personagens misteriosos fizeram algumas perguntas e sugeriram a João Bosco que não falasse mais daquele assunto. Revelaram ainda que não fariam mal a ele, e que não se arrependeria de ficar em silêncio. Avisaram que voltariam outro dia, entraram no carro e partiram. Por se sentir ameaçada, a testemunha retornou a Varginha para relatar a Ubirajara o que tinha acontecido. Logo em seguida encaminhou-se novamente à rádio Vanguarda, onde gravou um outro depoimento, falando abertamente da tentativa de intimidação que havia sofrido.

Estava evidente que os responsáveis pelo acobertamento do caso vinham sendo pressionados. Depois das informações e depoimentos apresentados em nossa reunião com repórteres, a declaração de João Bosco Manoel era uma nova bomba, já que pela primeira vez uma testemunha direta das capturas das criaturas pôde ser apresentada publicamente.

Mas era preciso documentar em termos de televisão a história vivenciada pelo rapaz. Foi feita então uma ligação para o jornalista Luiz Petry, que imediatamente ligou para a EPTV (afiliada da Rede Globo em Varginha), e marcada uma entrevista com a testemunha para manhã do dia seguinte. A entrevista foi gravada na residência de Pacaccini e João Bosco repetiu mais uma vez a mesma história, ressaltando ainda seu contato com os dois misteriosos personagens, que de maneira surpreendente tentaram abordar a testemunha mais uma vez, logo após a gravação dessa entrevista. É evidente que ainda existe uma operação visando controlar as informações ligadas ao caso.

Hoje começamos a ter consciência de que tivemos acesso até agora a uma pequena parcela dos fatos. Pessoalmente, acredito que mais cedo ou mais tarde novas revelações surgirão, completando a história do mais importante caso da Ufologia Brasileira. Existe ainda certamente muita coisa para ser escrita...




Palestra realizada em Portugal após o incidente em Varginha, narrador conta os fatos com detalhes... vale a pena conferir
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Operação Prato

Exibido pelo History Channel na série Arquivos Extraterrestres, o documentário "O Caso Roswell Brasileiro" mostra um caso clássico da ufologia nacional (nada a ver com o título "O Caso Roswell Brasileiro"). Considerada uma das mais impressionantes ondas ufológicas de nosso país, o fenômeno Chupa-Chupa corresponde a objetos luminosos aéreos que atacavam populares na Amazônia, principalmente no segundo semestre de 1977, atingindo-os com potentes feixes de luz que muitos afirmavam sugar o sangue. Esses UFOs sobrevoavam preferencialmente as pequenas comunidades litorâneas e rurais.






Veja mas no site

http://www.ufo.com.br/materiaespecial/operacaoPrato.htm
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